Por que a escolha de Justin Lin para “Star Trek 3” era tão óbvia?

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Ninguém aqui questiona a qualidade do trabalho de Justin Lin. Mesmo porque ele vai trabalhar na segunda temporada de “True Detective” e ainda vai conduzir o “último” filme da franquia “Velozes e Furiosos”.

Mas o que isso tem a ver com a escolha dele, para dirigir o terceiro episódio da franquia iniciada por J.J. Abrams? Pois bem, a resposta é simples e rápida: executivos.

A Paramount realizou (e vem realizando) uma série de reuniões com Roberto Orci, para definir quem seria o diretor de “Star Trek 3”. Quando ele se afastou do filme e diretores como Edgar Wright foram “escolhidos”, ficou claro que o que estava realmente pesando, eram as decisões sobre os rumos que a trilogia vai seguir. Dessa forma, é possível que “Star Trek 3” não seja considerado “o episódio” final, justamente porque o executivos da empresa imaginam que a série ainda pode render mais frutos nos cinemas.

Entregar a direção para Edgar Wright seria uma ótima escolha técnica, mas financeiramente arriscada. O diretor fez ótimos trabalhos “fechados”, mas nunca trabalhou em uma franquia (apesar dos pitacos nos filmes dirigidos por Abrams”), assim sendo, seria mais fácil escolher um diretor financeiramente mais lucrativo, que já sabe trabalhar com continuidade “a longo prazo”.

Claro que essa situação não recebeu o aval de Orci, que queria (junto com o elenco) outro diretor na condução do filme. A repercussão na internet também não foi nem um pouco positiva e só reitera o quão questionável é a escolha de Lin.

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