Crítica: Kingsman – Serviço Secreto

kingsman-logo Hollywood sempre está à procura de um publico jovem que possa se identificar com suas obras.
No gênero da espionagem a indústria sempre foi um tanto quanto negligente com relação a esse publico, visto que fora 007, franquia que já se consolidou a tempos com mais de 20 filmes produzidos, estávamos carentes de atrações desse gênero a tempos. kingsman-secret-service-most-posterKingsman – Serviço Secreto (Kingsman: The Secret Service, 2014) aparece como um alivio no gênero e uma grata surpresa ao publico, visto que esse não é um filme de espionagem como estamos acostumados.
A adaptação da HQ homônima de Mark Millar e Dave Gibbons tem uma trama básica e conhecida: um jovem marginal que tem a oportunidade de aprender a se tornar um grande espião e se juntar a uma organização que reúne os melhores do ramo. kings-c Mas ao invés de termos uma série de clichês e mais do mesmo, somos agraciados com um roteiro pautado no humor negro onde, sim os clichês estão presentes, mas de uma maneira cômica onde os roteiristas Jane Goldman e Matthew Vaughn, que assina a direção, usam os clichês típicos a favor da trama.
Desde o vilão caricato ao extremo com seus planos maquiavélicos que envolvem o mundo todo até a organização ultra secreta que esta por trás de todos os grandes feitos mundiais, o roteiro diverte e brinda o espectador com horas de diversão descompromissada.

z-Kingsman-3 Colin Firth com seus 54 anos ainda se mostra pronto para a ação e tendo evitado usar dublês, ele é o responsável por uma das mais incríveis cenas de luta do cinema dos últimos tempos.
Um verdadeiro gentleman, ele é  mentor responsável por transformar o jovem desviado dos princípios em um espião sedutor e eficiente em sua nova “profissão”. f7a8b6a0-f4e0-4cbd-b52c-19c2723eeb26 Se os “adultos” do elenco são atores experientes o restante do elenco, jovens não tão conhecidos do grande público, também executa seus papéis de forma convincente.
Mas o destaque com certeza fica por conta de Samuel L. Jackson que interpreta um vilão com a mais simples das motivações e que ainda consegue ser extremamente simples e cômico.

212647.jpg-c_640_360_x-f_jpg-q_x-xxyxxGadgets disfarçados e apetrechos especiais não faltam, e claro, os efeitos visuais também são ótimos e os que querem ação não sairão dos cinemas decepcionados, pois as cenas de luta são extremamente bem coreografadas e montadas.

Uma grata surpresa, Kingsman, que já fez 42 milhões de dólares só na semana de abertura nos EUA, se apresenta como um candidato perfeito para uma continuação e uma saga da espionagem “teen”. Caso isso aconteça, só nos resta esperar que Hollywood tenha “modos” saiba aproveitar o material que tem em mãos.

4 DONUTS                                                       Ótimo

2 comentários em “Crítica: Kingsman – Serviço Secreto

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